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"Omitidas"

Brochura elaborada pela WLSA Moçambique sobre o problema da fístula obstétrica - um drama que atinge cerca de 100.000 mulheres em Moçambique.

Omitidas

Clique aqui para descarregar a brochura (em PDF)

Leia mais sobre fístula obstétrica

Contra a violência de género

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A sociedade civil manifestou-se na inauguração dos X Jogos Africanos

 

Breves

A fístula obstétrica em Moçambique: uma tragédia de grandes proporções

Desenho de Malangatane
29
Ago
2014

Dados divulgados pelo Ministério da Saúde este ano dão conta de que a fístula obstétrica tem uma incidência maior do que se estimava.

Organizada pelo Ministério da Saúde, teve lugar, em Maputo, a 9 de Julho de 2014, um encontro para discussão da Estratégia Nacional de Prevenção e Tratamento das Fístulas Obstétricas em Moçambique.

O Dr. Armando Melo, responsável pelas campanhas de tratamento da fístula obstétrica, apresentou uma comunicação com alguns dados recentes sobre o número de novos casos e as pacientes tratadas, que mostram a seguinte situação:

Ano Partos esperados Partos realizados Novos casos Casos tratados %
2010 1.008.760 623.064 1246 159 12,7
2011 1.037.233 639.954 1279 434 33,9
2012 1.066.532 600.651 1201 317 26,3
2013 1.096.475 754.732 1509 357 23,5

 

Como se pode constatar, ainda não existe capacidade para tratar a totalidade dos novos casos conhecidos, pois quando o parto se realiza fora das unidades sanitárias é difícil de ter o registo das mulheres que contraem uma fístula obstétrica.

O desenvolvimento de uma estratégia nacional de combate à fístula obstétrica tem estado a dar resultados, mas ainda não existe capacidade para ampliar o âmbito das campanhas.

Actualmente, ainda segundo a informação prestada pelo Dr. Melo, o Hospital Central de Maputo e o Hospital Provincial de Quelimane são os melhores centros de tratamento da fístula obstétrica. Para além destes, também se realiza o tratamento em Pemba, na cidade de Nampula e nos distritos de Namapa e Nacala-Porto (Nampula), em Mocuba (Zambézia), na Beira e em Nhamatanda (Sofala), em Chimoio e Catandica (Manica), em Tete e no Songo (Tete).

Para aumentar a capacidade de tratamento da fístula obstétrica é apontado como essencial garantir mais recursos (equipamento, materiais e consumíveis), melhorar e alargar a formação de médicos e técnicos para operarem fístulas, e que cada unidade sanitária, na sua zona de influência, faça “buscas activas” para detectar casos de mulheres vivendo com fístula obstétrica.

Outros pilares da Estratégia Nacional de Prevenção e Tratamento das Fístulas Obstétricas em Moçambique são a reabilitação das pacientes tratadas e a sua reintegração social.

A WLSA Moçambique, como membro da Rede de Defesa dos Direitos Sexuais e Reprodutivos, em parceria com a ICFJ (2011), a IREX (2013) e a FORCOM (2014), realizou algumas capacitações sobre direitos sexuais e reprodutivos com jornalistas da zona centro e norte, onde foi abordado, entre outros, o tema da fístula obstétrica. Após a formação, várias matérias e programas radiofónicos foram realizados sobre o assunto, o que contribuiu para que as mulheres afectadas pela fístula e as comunidades fossem informadas de que actualmente existe tratamento e os locais aonde se devem dirigir.

O alcance desta intervenção foi limitado, mas é necessário envolver cada vez mais os órgãos de comunicação social no combate a esta tragédia, que atinge cerca de 100.000 mulheres em Moçambique.

Informe da Rede de Defesa dos Direitos Sexuais e Reprodutivos

Mais informação sobre a fístula obstétrica

Um comentário a “A fístula obstétrica em Moçambique: uma tragédia de grandes proporções”

  1. Jose Junior diz:

    estou a desenvolver um trabalho sobre a prevalencia da fistula obstetrica na cidade de maputo

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Informação sobre os Direitos Sexuais e Reprodutivos das mulheres em Moçambique, recolhida pela Rede de Defesa dos Direitos Sexuais e Reprodutivos

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