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MISA Moçambique denuncia intimidação de jornalista em Tete

16
Jan
2018

O MISA Moçambique (Media Institute of Southern Africa) emitiu um comunicado em que denuncia actos de intimidação de um jornalista em Tete, que configuram tentativas de limitar a liberdade de imprensa.

Veja a seguir o comunicado na íntegra.

COMUNICADO

DESCONHECIDOS FURTAM EQUIPAMENTO DE TRABALHO DE JORNALISTA EM TETE

O MISA-Moçambique tomou conhecimento da ocorrência de um caso de furto de equipamento de trabalho pertencente ao jornalista da Miramar, Funga Caetano. O caso deu-se no passado dia 3 de Janeiro do ano em curso, na cidade de Tete, quando por volta da 1 hora de madrugada, indivíduos desconhecidos arrombaram a porta e introduziram-se na residência do jornalista, de onde se apoderaram do referido equipamento, constituído por uma câmara de filmar de marca Canon e o respectivo carregador, um Computador portátil MacBook, um Microfone com o respectivo cabo e cubo da Miramar, um telemóvel de marca Tecno, um flash drive e uma mochila preta.

ANTECEDENTES

O incidente ocorreu poucos dias depois do jornalista ter reportado três assuntos que julga “não terem agradado a certas figuras de Tete”.

Primeiro, foi o caso da morte a tiro por agentes da Polícia da República de Moçambique (PRM) de dois jovens acusados de serem assaltantes à mão armada.

Neste caso, a polícia disse que alvejou mortalmente os dois quando tentavam assaltar uma empresa chinesa. No contacto entre os dois jovens e os agentes em causa terá havido uma troca de tiros, de que resultaram as mortes.

No dia seguinte, a família de uma das vítimas teria procurado pelo jornalista para desmentir a versão da PRM.

Segundo a família, a referida vítima teria sido levada do seu posto de trabalho por agentes da polícia à paisana, e colocado nas celas da 4ª Esquadra. A mãe da vítima teria falado com o filho na esquadra, antes de contratar um advogado para o defender. Na mesma noite teria sido retirado e posteriormente morto a tiro. No dia seguinte, a PRM veio dizer que os dois tinham sido mortos durante a troca de tiros quando tentavam roubar numa empresa de chineses.

Após a publicação da reportagem, o jornalista teria sido informado por colegas, de que o director da Ordem da PRM em Tete estava à sua procura, e que a PRM estava incomodada com o artigo.

Ainda no mesmo mês, o repórter publicou uma reportagem em que denunciava “o estado avançado de degradação do edifício onde funciona o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) no distrito de Moatize. O jornalista fazia o trabalho no local, os agentes da polícia tentaram arrancar o seu equipamento proibindo-o de continuar com o seu trabalho.

Mas antes, no dia 04 de Dezembro de 2017, o jornalista publicara uma reportagem em que denunciava e mostrava a existência de lixo na Praça dos Heróis, onde no mesmo dia se ia depositar uma coroa de flores alusiva ao dia da vila de Moatize. Segundo o jornalista, o Edil local não gostou, e no seu discurso sobre a data teria dito que o repórter da Miramar o estava a perseguir, mas que isso não o assustava.

Esta é a segunda vez que o jornalista é alvo de furto do seu equipamento de trabalho na vila de Moatize.

Para se introduzirem na sua residência, os assaltantes cortaram dois cadeados da varanda, tendo de seguida arrombado a porta principal e do quarto do jornalista, onde se encontrava a dormir.

Os antecedentes mostram que há muito o jornalista já vinha sendo alvo de alguns predadores de imprensa.

Não há dúvidas que o furto de equipamento de trabalho é um acto deliberado que constitui ameaça à liberdade de imprensa. O MISA Moçambique lamenta e condena estes actos e pede à justiça que investigue, identifique e responsabiliza os autores do crime.

In: Newsletter MISA Moçambique – 10 de Janeiro de 2018

 

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