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As fotos no cabeçalho são
da autoria do CDFF 

Eventos

V Conferência Nacional da Rapariga:

Marcha pela liberdade de expressão:

Liberdade de Expressão

Marcha por Gilles Cistac:

Marcha Gilles Sistac

Marcha pela igualdade

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Contra violação dos direitos humanos no Código Penal

Diganao2

Concurso de fotografia

Vencedores da 2ª edição

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Marcha pela paz

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Desfile do 1º de Maio

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Prémio da Rede de Defesa dos Direitos Sexuais e Reprodutivos 2012

Anúncio dos vencedores

Marcha de Solidariedade

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Fotos da Marcha de Solidariedade dos Povos da SADC (2012)

Multimedia

Não é fácil ser mulher ...

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... em Moçambique

Aborto. Pense nisso...

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(Material usado em acções de formação da WLSA)

Perigo de morte!

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O aborto ilegal em Moçambique

Quem vai querer dar a luz aqui?

Fatima

O estado em que se encontram alguns dos postos de saúde em Cabo Delgado

"Alzira"

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Filme produzido pela WLSA Moçambique sobre sobre uma jovem que, até há pouco tempo, vivia com fístula obstétrica.

"Omitidas"

Brochura elaborada pela WLSA Moçambique sobre o problema da fístula obstétrica - um drama que atinge cerca de 100.000 mulheres em Moçambique.

Omitidas

Clique aqui para descarregar a brochura (em PDF)

Leia mais sobre fístula obstétrica

Contra a violência de género

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A sociedade civil manifestou-se na inauguração dos X Jogos Africanos

Vovós acusadas de feiticeiras:

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Revista de Imprensa

Lista completa: 2252 recortes.

Meninas de Guijá – entre estudar e casar

11/10/2013 -

Autor: Joana Macie

Algumas meninas da aldeia de Chibabele, no distrito de Guija, província de Gaza, sonham apenas em se casar e gerar filhos, colocando a escola no segundo ou mesmo no terceiro plano. O facto é que estudar não tem nenhuma importância para estas meninas e seus pais, uma situação que caracteriza outras regiões do país. De acordo com dados oficiais, estima-se que metade das crianças em idade escolar no ensino primário abandona a escola sem concluir a 5ª classe. Com 15 anos de idade namora com um jovem que trabalha na África do Sul, com quem pretende formar o seu lar e fazer filhos. “Ele vai me anelar em Dezembro e me levar para casa dos seus pais”.
Uma média anual de 10,5 por cento de raparigas moçambicanas desiste a meio do ano lectivo, antes de concluir a 5ª classe, contra 8,3% de rapazes, segundo dados estatísticos divulgados pela organização britânica Save The Children, em 2012. Os mesmos estudos indicam que nas áreas rurais grande parte da comunidade prioriza a educação de rapazes em detrimento da educação das raparigas e que as desistências se prendem com casamentos prematuros, gravidez precoces, assédio e abuso sexual por parte de professores e colegas, bem como a falta de latrinas sensíveis ao género.

Há mais pessoas “esclarecidas” a cometer violações domésticas

10/10/2013 -

Em 1996, bem antes da aprovação da actual Lei da Violência Doméstica Contra a Mulher, o que só veio a acontecer em 2009, um caso grave de irascibilidade revoltou os moradores do bairro Polana Caniço, quando uma mulher foi espancada até a morte pelo seu esposo. Essa descomunal situação fez com que alguns residentes daquele bairro, saturados da onda de violações, criassem no mesmo ano a Associação para as Vítimas de Violência Doméstica, actualmente composta por cerca de 500 membros. Hoje, passadas mais de duas décadas após a sua implantação, a agremiação diz-se preocupada com o facto de a violação doméstica estar a ser cometida de forma sistemática por pessoas com um elevado nível de educação, ou seja, pessoas “esclarecidas” nessa matéria.

Gaza: Mais casas mãe espera para Xai-Xai (2)

09/10/2013 -

No quadro das iniciativas do Governo visando a redução da mortalidade materno -infantil, um total de três casas mãe espera foram entregues semana finda, a igual número de localidades no distrito de Xai-Xai em Gaza, designadamente Chongoene, Siaiaia e Bungane, como resultado de um apoio prestado pela Associação “Vangane va Infulene”, uma agremiação baseada na província do Maputo.

Em Nampula: Suposto curandeiro viola quatro adolescentes

09/10/2013 -

Um indivíduo que se fazia passar por médico tradicional está a contas com a polícia, indiciado de prática de violação sexual de quatro adolescentes, por sinal colegas numa das escolas secundárias daquela cidade. Trata-se de Assane Atumane, de 24 anos de idade, residente no bairro de Muhala expansão, arredores da capital provincial, que, segundo a versão da polícia, teria interpelado e aliciado as adolescentes no sentido de aderirem ao tratamento tradicional, supostamente para lhes conferir sorte para o casamento, algo que, entretanto, passaria pelas praticas sexuais sem preservativo e vacinações nas partes mais íntimas. Para além destes actos, o suposto curandeiro teria obrigado as “pacientes” a desembolsarem o valor de 20 mil meticais por tratamento.

Gaza: Casal abusado e assassinado

09/10/2013 -

Um casal foi brutalmente assassinado em Chigubo, no norte da província de Gaza, por um cidadão identificado pelo único nome de Sérgio, de 31 anos de idade, soube hoje o nosso jornal. As vítimas foram apenas identificadas por Alexandre e Maria. Segundo fonte policial, Alexandre encontrou a morte após ter sido barbaramente espancado, incluindo golpes de catana, enquanto a segunda vítima (Maria) foi violada sexualmente e posteriormente assassinada.

Proposta de Lei continua com lacunas

04/10/2013 -

A proposta de Novo Código Penal, que será discutida na sessão da Assembleia da República que inicia a 16 deste mês, continua com lacunas no que diz respeito a alguns aspectos que discriminam e não garantem a devida protecção a certos crimes contra a mulher no casamento. A socióloga, Maria José Arthur referiu que quer o Código Penal em vigor, quer o texto de revisão do Código Penal não protegem casos de violação sexual de mulheres que acontecem no casamento. Explicou que o Código Penal em vigor e o texto de revisão do Código Penal considera de violação toda cópula ilícita, o que quer dizer que a relação sexual mantida no casamento sem o consentimento da mulher não é violação.

Aborto inseguro – uma tragédia silenciosa

04/10/2013 -

Autor: Evelina Muchanga

“A familia só ficou a saber que a rapariga havia interrompido a gravidez quando ela estava já a morrer. Quando a levaram ao hospital descobriram que o útero estava danificado e a infecção já tinha invadido os outros órgãos vitais do seu organismo”. Foi neste cenário sinistro que Ricardo João, estudante, descreveu a forma como uma menina, sua vizinha de 18 anos, perdeu a vida devido ao aborto feito fora do hospital e por uma pessoa não qualificada. Em Moçambique, mais de 400 mulheres perdem a vida por 100 mil nascimentos vivos. Desses óbitos, 11 por cento estão ligados ao aborto feito fora do hospital. Estes são dados conhecidos, prevendo-se a ocorrência de mortes fora da unidade sanitária que não são registadas no sistema de saúde. Em 2012, só a cidade de Maputo registou mais de mil admissões de mulheres com complicações devido ao aborto inseguro. Do total, dez perderam a vida devido a sepsia e dois por hemorragias. Estes dados excluem o Hospital Central de Maputo (HCM), o maior do país.

Há quem queira fazer chover com fumo

29/09/2013 - - PDF

O Professor DR. Gilles Cistac candidata-se a Comissão Nacional de Eleições.

Revista de Imprensa

Pesquisa

Fontes

Mulher e Lei na África Austral - Moçambique