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O aborto ilegal em Moçambique

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Filme produzido pela WLSA Moçambique sobre sobre uma jovem que, até há pouco tempo, vivia com fístula obstétrica.

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Brochura elaborada pela WLSA Moçambique sobre o problema da fístula obstétrica - um drama que atinge cerca de 100.000 mulheres em Moçambique.

Omitidas

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Leia mais sobre fístula obstétrica

Contra a violência de género

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A sociedade civil manifestou-se na inauguração dos X Jogos Africanos

Vovós acusadas de feiticeiras:

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Revista de Imprensa

Na sua Carta Pastoral de Setembro

Igreja católica apela ao boicote à despenalização do aborto

 

– “Não se pode, jamais, aprovar o aborto sob nenhuma circunstância”, reiteram os bispos católicos, reagindo à proposta do Código Penal, que abre possibilidade de permitir a realização do aborto em alguns casos específicos.

(Maputo) Os bispos da Igreja católica em Moçambique apelam ao boicote de qualquer campanha a favor da despenalização do aborto, mesmo nas circunstâncias previstas na proposta contida no projecto de revisão do Código Penal.

Na sua recente carta pastoral, os bispos católicos apelam a “todos os cristãos” a não participarem em “campanhas de opinião em favor de uma lei contrária ao bem comum, nem dar seu voto” a propostas que atentem contra a vida.

“Não se pode, jamais, aprovar o aborto. Há urgente necessidade de não pactuar com a cultura da morte, por isso é necessário combater as causas do aborto”, salienta a Carta Pastoral.

Na sua proposta sobre a matéria, a proposta do novo Código Penal abre possibilidade de ser despenalizada, desde que clinicamente justificada e dentro de determinadas condições de tempo e de assistência. Para a igreja católica o aborto deve ser terminantemente proibido, independentemente das circunstâncias e do tempo da fecundidade.

“O diagnóstico pré-natal é moralmente lícito se visa respeitar a vida e a integridade do embrião, mas é gravemente ilícito se previr a eventualidade de provocar um aborto, porque um diagnóstico não pode ser equivalente a uma sentença de morte” defendem os bispos católicos.

“A solução dos casos difíceis terá de ser encarada política, social e moralmente e com o apoio de todos, particularmente das famílias”, concluem.

(William Mapote)

 

In: mediaFAX, Maputo, Sexta-feira, 26.10.12

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