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As fotos no cabeçalho são
da autoria do CDFF 

Eventos

Marcha pela liberdade de expressão:

Liberdade de Expressão

Marcha por Gilles Cistac:

Marcha Gilles Sistac

Marcha pela igualdade

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Contra violação dos direitos humanos no Código Penal

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Concurso de fotografia

Vencedores da 2ª edição

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Marcha pela paz

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Desfile do 1º de Maio

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Prémio da Rede de Defesa dos Direitos Sexuais e Reprodutivos 2012

Anúncio dos vencedores

Marcha de Solidariedade

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Fotos da Marcha de Solidariedade dos Povos da SADC (2012)

Multimedia

Não é fácil ser mulher ...

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... em Moçambique

Aborto. Pense nisso...

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(Material usado em acções de formação da WLSA)

Perigo de morte!

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O aborto ilegal em Moçambique

Quem vai querer dar a luz aqui?

Fatima

O estado em que se encontram alguns dos postos de saúde em Cabo Delgado

"Alzira"

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Filme produzido pela WLSA Moçambique sobre sobre uma jovem que, até há pouco tempo, vivia com fístula obstétrica.

"Omitidas"

Brochura elaborada pela WLSA Moçambique sobre o problema da fístula obstétrica - um drama que atinge cerca de 100.000 mulheres em Moçambique.

Omitidas

Clique aqui para descarregar a brochura (em PDF)

Leia mais sobre fístula obstétrica

Contra a violência de género

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A sociedade civil manifestou-se na inauguração dos X Jogos Africanos

Vovós acusadas de feiticeiras:

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Publicações da WLSA Moçambique

Ritos de iniciação no contexto actual. Ajustamentos, rupturas e confrontos. Construindo identidades de género

 

Ritos

“Como instância de socialização, os ritos tornam audíveis os silêncios que percorrem a aprendizagem do “uso” do corpo na família, seja através dos significados que são conferidos à divisão sexual de trabalho, seja através das “mudas” proibições e tabus que formatam as identidades de género e nestas as identidades sexuais. Do mesmo modo, sendo os ritos, ritos de iniciação, eles iniciam os jovens numa etapa do seu ciclo de vida, na passagem para o mundo dos adultos, com uma ordem e uma hierarquia socialmente determinadas e aceites.

Tendo como grupo-alvo as e os jovens entre os 12 e os 18 anos (sujeitos/as aos ritos) que frequentam a 7ª classe, a pesquisa pretendeu identificar qual o papel dos ritos na configuração das identidades sociais, particularmente das identidades sexuais, e como a “educação ritual” pode deslocar o interesse da escola para o casamento ou para o trabalho.

A nossa abordagem assenta na análise dos mecanismos materiais e simbólicos desenvolvidos pela aprendizagem ritual e nos meios utilizados para o seu agenciamento, ao mesmo tempo que se pretende reconhecer os sinais de contestação que podem potenciar mudanças nos processos de incorporação e subjectivação. Ao tomarmos também como grupo de referência as/os professores/as, pretendemos evidenciar a existência, ou não, de padrões normativos diferenciados na construção do masculino e do feminino.

Isto significa que tendo estas e estes adultas/os ritualizadas/os um trabalho e um estatuto, foi nossa intenção perceber como as actividades que desenvolvem determinam a construção de disposições que podem permitir questionar a importância dos ritos para o seu reconhecimento como mulheres e homens e alterar ou recompor o poder que estrutura as relações sociais de género.”

 

Autores: Conceição Osório e Ernesto Macuácua

Publicado em: 2013

Nº de páginas: 438

 

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O livro foi lançado no dia 26 de Novembro de 2013. Clique aqui para ler o convite para o lançamento.

 

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Pesquisa

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Mulher e Lei na África Austral - Moçambique