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As fotos no cabeçalho são
da autoria do CDFF 

Eventos

16 Dias de Activismo Contra a Violência de Género 2020:

Mês da mulher 2020:

Debate, workshop, feira, música, desporto, cinema, exposição, poesia, teatro, dança e muito mais

Programa do Mês da Mulher 2020

Campeonato de futebol:

“Unidos Contra a Violência Sexual”

Vamos falar de aborto!

(mesa redonda)

Mulheres Jovens sob Ataque (debate)

V Conferência Nacional da Rapariga

Marcha pela liberdade de expressão

Liberdade de Expressão

Marcha por Gilles Cistac

Marcha Gilles Sistac

Marcha pela igualdade

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Contra violação dos direitos humanos no Código Penal

Diganao2

Concurso de fotografia

Vencedores da 2ª edição

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Marcha pela paz

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Desfile do 1º de Maio

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Prémio da Rede de Defesa dos Direitos Sexuais e Reprodutivos 2012

Anúncio dos vencedores

Marcha de Solidariedade

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Fotos da Marcha de Solidariedade dos Povos da SADC (2012)

Multimedia

Não é fácil ser mulher ...

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... em Moçambique

Aborto. Pense nisso...

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(Material usado em acções de formação da WLSA)

Quem vai querer dar a luz aqui?

Fatima

O estado em que se encontram alguns dos postos de saúde em Cabo Delgado

"Alzira"

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Filme produzido pela WLSA Moçambique sobre sobre uma jovem que, até há pouco tempo, vivia com fístula obstétrica.

"Omitidas"

Brochura elaborada pela WLSA Moçambique sobre o problema da fístula obstétrica - um drama que atinge cerca de 100.000 mulheres em Moçambique.

Omitidas

Clique aqui para descarregar a brochura (em PDF)

Leia mais sobre fístula obstétrica

Contra a violência de género

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A sociedade civil manifestou-se na inauguração dos X Jogos Africanos

 

Textos publicados

Lista completa: 101 artigos.

Género e democracia

31-32 Ano 2010 (PDF)
Tema:
Autor: Osório, Conceição

Este artigo tem por base uma pesquisa realizada nas províncias de Maputo, Nampula e Sofala, durante a campanha para as eleições legislativas e provinciais de 2009. O objecto da pesquisa é o acesso e o exercício do poder pelas mulheres, através da análise dos processos eleitorais que tiveram lugar em 2009. Julgou-se importante evidenciar e contextualizar a influência do sistema democrático na inclusão feminina no campo político, particularmente o modo como o exercício da cidadania pelas mulheres, ao trazer novos temas e novos actores para o debate político, pode constituir um factor de renovação da democracia.

O casamento prematuro como violação dos direitos humanos. Um exemplo que vem da Gorongosa

31-32 Ano 2010 (PDF)
Tema:
Autor: Arthur, Maria José

O casamento prematuro é muito frequente em Moçambique. Entre os países que apresentam o maior número deste tipo de uniões forçadas, Moçambique encontra-se em 7º lugar, com mais de metade de mulheres que se casam antes dos 18 anos. O casamento prematuro é revelador da discriminação na maneira como as famílias e as sociedades tratam as meninas e os meninos.

Com este texto pretende-se rever o enquadramento legal aplicável a Moçambique em relação ao casamento prematuro e a sua incidência, e discutir uma tentativa de criminalizar os implicados num caso de casamento prematuro (pai, mãe e o homem a quem foi entregue a criança), envolvendo uma menina de 9 anos, na Gorongosa.

Vulnerabilidade e risco de infecção pelo HIV entre Homens que fazem sexo com Homens

31-32 Ano 2010 (PDF)
Tema:
Autor: WLSA Moçambique

Em Setembro de 2009 a LAMBDA, Associação Moçambicana de Defesa das Minorias Sexuais, em parceria com a PSI/Moçambique, com a Pathfinder International e o FNUAP, realizou o “Estudo sobre vulnerabilidade e risco de infecção pelo HIV entre Homens que fazem sexo com Homens” na cidade de Maputo. Este artigo apresenta as principais conclusões.

Estratégias de sobrevivência de um grupo de viúvas organizadas em associação, cidade de Maputo, 2008

29-30 Ano 2010 (PDF)
Tema:
Autor: Dulobo, Karina

Com este trabalho pretende-se analisar as estratégias de sobrevivência das viúvas da AVIMAS (Associação das Viúvas e Mães Solteiras). Procuramos tratar a associação não só como pólo mobilizador de recursos, mas também como oportunidade de empoderamento, pela interacção entre as associadas. Buscou-se também avaliar as representações que estas mulheres têm de si próprias como “mulheres sem homem”. As mulheres viúvas entrevistadas neste estudo caracterizam-se por terem poucas habilitações e vivem em situações de maior vulnerabilidade advindas com a morte de seu marido, nas suas vertentes económica e simbólica, entre outras.

Reflexões sobre o debate público em torno da lei contra a violência doméstica

29-30 Ano 2010 (PDF)
Tema:
Autor: Cumbi, Alberto

Em 2009 o Parlamento aprovou a proposta de lei contra a violência doméstica que afecta as mulheres, depois de um longo e atribulado processo. Como já se discutiu em outras ocasiões, notou-se entre algumas e alguns parlamentares um mal-estar, em primeiro lugar, por ser uma proposta de lei vinda da sociedade civil; em segundo lugar, por repousar sobre uma concepção que vê a violência doméstica contra as mulheres como violência de género, isto é, resultante de desequilíbrios de poder entre mulheres e homens na sociedade e na família; e, em terceiro lugar, por ser direccionada à protecção das mulheres, reconhecidas como as principais vítimas deste tipo de violência. Nesta ordem de ideias, as e os parlamentares do Gabinete da Mulher Parlamentar e da Comissão de Assuntos Sociais, de Género e Ambientais realizaram discussões em todo o país, que, segundo o divulgado pelos jornais, apontavam para a negação da proposta de lei como tal.

Testemunhos de mulheres que sofreram de violência doméstica

29-30 Ano 2010 (PDF)
Tema:
Autor: WLSA Moçambique

Esta artigo apresenta quatro testemunhos de mulheres que sofreram ou ainda sofrem de violência doméstica por parte dos seus maridos ou companheiros. O que elas têm em comum é fazerem parte de uma associação, que é para todas uma experiência empoderante, não só porque lhes permite ter acesso a rendimentos, mas porque lhes dá apoio afectivo e emocional.

É de reparar que algumas referem mesmo que antes de terem entrado para a associação não tinham com quem falar ou que só conseguiram começar a contar as suas histórias privadas de violência doméstica porque se sentem acompanhadas.

Os depoimentos foram todos colhidos na cidade de Maputo, no ano de 2004, por Margarita Mejia e Maria José Arthur.

Aprovação da “Lei Sobre a Violência Doméstica Praticada Contra a Mulher”. Que resultados?

28 Ano 2009 (PDF)
Tema:
Autor: Arthur, Maria José

A 21 de Julho 2009 a Assembleia da República aprovou a Lei de Violência Doméstica Contra a Mulher. Este artigo compara esta Lei (29/2009) com o Anteprojecto de Lei proposto pela sociedade civil em 2007 e conclui que a Lei aprovada reprime simplesmente algumas agressões no âmbito doméstico, mas não combate de forma eficaz a violência de género. Mas mesmo com todas as omissões, silêncios e até distorções, esta lei é o instrumento legal de que dispomos e tem que se encontrar a melhor maneira de o pôr em prática.

Mulher e Lei na África Austral - Moçambique