WLSA WLSA WLSA WLSA WLSA WLSA WLSA

As fotos no cabeçalho são
da autoria do CDFF 

Eventos

V Conferência Nacional da Rapariga:

Marcha pela liberdade de expressão:

Liberdade de Expressão

Marcha por Gilles Cistac:

Marcha Gilles Sistac

Marcha pela igualdade

Marcha2014_left

Contra violação dos direitos humanos no Código Penal

Diganao2

Concurso de fotografia

Vencedores da 2ª edição

Concurso2_Fotografia3

Marcha pela paz

manifesto_sq

Desfile do 1º de Maio

1maio07_peq

DSR_small
Prémio da Rede de Defesa dos Direitos Sexuais e Reprodutivos 2012

Anúncio dos vencedores

Marcha de Solidariedade

Marcha02_small

Fotos da Marcha de Solidariedade dos Povos da SADC (2012)

Multimedia

Não é fácil ser mulher ...

naoehfacil_peq

... em Moçambique

Aborto. Pense nisso...

Aborto_small

(Material usado em acções de formação da WLSA)

Perigo de morte!

perigo_de_morte3

O aborto ilegal em Moçambique

Quem vai querer dar a luz aqui?

Fatima

O estado em que se encontram alguns dos postos de saúde em Cabo Delgado

"Alzira"

Alzira_small

Filme produzido pela WLSA Moçambique sobre sobre uma jovem que, até há pouco tempo, vivia com fístula obstétrica.

"Omitidas"

Brochura elaborada pela WLSA Moçambique sobre o problema da fístula obstétrica - um drama que atinge cerca de 100.000 mulheres em Moçambique.

Omitidas

Clique aqui para descarregar a brochura (em PDF)

Leia mais sobre fístula obstétrica

Contra a violência de género

Jogos05_small

A sociedade civil manifestou-se na inauguração dos X Jogos Africanos

Vovós acusadas de feiticeiras:

Nely_peq

Revista de Imprensa

Lista completa: 2169 recortes.

O Fórum de Monitoria de Orçamento (FMO) voltou a pedir ao Conselho Constitucional a anulação das dívidas ilegais

06/02/2019 - - PDF

Autor: Mangue, Reginaldo

O Fórum de Monitoria de Orçamento (FMO) remeteu o segundo pedido denominado “Petição anulem as dívidas ilegais”, deu entrada 581 dias depois da ausência resposta do Conselho Constitucional.

Organizações não-governamentais exigem inclusão dos cidadãos no processo de revisão da legislação eleitoral

06/02/2019 - - PDF

Autor: Mulungo, André

Moçambique deve realizar, em Outubro deste ano, as sextas eleições gerais (presidenciais e legislativas). E pela primeira vez haverá eleição dos governadores provinciais e dos membros das Assembleias Provinciais, na sequência da revisão específica da Constituição da República realizada
no ano passado.

Considera Cidália Chaúque : Casos de e casamentos prematuros reduzem no país violência doméstica

06/02/2019 - - PDF

O Governo moçambicano afirma estarem a reduzir os níveis de violência doméstica e casamentos prematuros, mercê da implementação de políticas e leis sobre a igualdade de género e crescente denúncia de vítimas no país.

Que inscreveu no OE as dívidas ocultas das empresas MAM e ProIndicus: FMO considera as dívidas ilegais e pede ao CC a declaração de inconstitucionalidade da resolução da AR

06/02/2019 - - PDF

Autor: Manoco, Roberto

O Fórum de Monitoria do Orçamento (FMO), uma plataforma composta por 21 Organizações da Sociedade Civil (OSC), submeteu ao Conselho Constitucional (CC) uma petição, com mais de duas mil assinaturas, para a declaração de inconstitucionalidade e anulação da resolução da Assembleia da República, que inscreveu no orçamento do Estado as dívidas das empresas Mozambique Asset Management (MAM) e ProÍndicus.

Mentor do maior caso de corrupção em Moçambique vangloria-se “Eu luto pela minha pátria”

05/02/2019 - - PDF

Autor: Caldeira, Adérito

Entrevistado nas celebrações do ano Mondlane, o ex – Presidente Armando Guebuza, mentor do maior caso de corrupção da história de Moçambique, vangloriou-se sobre as dívidas ilegais: “Eu luto pela minha pátria”. Acrescentando ainda que, “O país é um processo. Não há nenhuma sociedade perfeita, e não pode haver”. “ Fazem parte do processo de desenvolvimento” e que “a auto-estima deve permanecer para vencermos todas estas dificuldades, que estamos a enfrentar hoje”.

Amnistia Internacional apela à investigação de ameaças contra ativista moçambicana

01/02/2019 - - PDF

A Amnistia Internacional (AI) pede ao Presidente da república de Moçambique, Filipe Jacinto Nyusi, que investigue ameaças que estão a ser feitas nas redes sociais contra uma activista do Centro de Integridade Pública (CIP), ONG moçambicana. “Apelamos às autoridades que investiguem de forma independente e imparcial as ameaças e intimidações contra Fátima Mimbire”.

Revista de Imprensa

Pesquisa

Fontes

Mulher e Lei na África Austral - Moçambique